Estrada despida
Sem ajuda por perto
Um caminho sem vida
Um local deserto.
Passo após passo
Vou seguinte em frente
Já não sei o que faço
Já não comando a mente...
Meu corpo percorre
Esta estrada sem fim
Minha mente escorre
Para fora de mim!
Grita por alguém
Mas não obtém resposta
Não encontra ninguém
Está sozinha, exposta.
Sem saber de onde veio
Nem como surgiu
Num cruzamento, estou no meio
Nesse meio, que é o vazio.
E tenho poder de escolha
Mas escolher para onde?
Não sei por onde seguir
Nem por onde continuar a caminhar
Deixo-me por fim cair
Por aqui vou ficar...
23 de agosto de 2012
22 de agosto de 2012
Lisboa!
Cidade à beira mar,
De amores não esquecidos
Que faz apaixonar
Até os mais distraídos.
Sua beleza natural
E recantos de história
Têm tesouros sem igual
Cada lugar, uma memória.
Cidade sem dormir
Cheia de gente e de folia
Nas suas ruas a alegria
A cada cruzamento, a surgir.
Bate forte o coração
Ao ver seus monumentos
Cheios de tradição
Desde os Descobrimentos.
E por toda a sua existência
Ela é anualmente visitada
Sendo por todos classificada
Como local de excelência.
Boa para passear,
Pelas vistas para o seu rio
Memórias para guardar
De cada recanto mais sombrio.
Tem muito para desbravar
Basta gostar de aventura
Outro tanto para conhecer
Durante o ano, em qualquer altura.
Serão poucos que possam afirmar
Conhecer bem esta cidade que fascina
Pois tem muito para ver
Esta Lisboa, Esta Menina...
De amores não esquecidos
Que faz apaixonar
Até os mais distraídos.
Sua beleza natural
E recantos de história
Têm tesouros sem igual
Cada lugar, uma memória.
Cidade sem dormir
Cheia de gente e de folia
Nas suas ruas a alegria
A cada cruzamento, a surgir.
Bate forte o coração
Ao ver seus monumentos
Cheios de tradição
Desde os Descobrimentos.
E por toda a sua existência
Ela é anualmente visitada
Sendo por todos classificada
Como local de excelência.
Boa para passear,
Pelas vistas para o seu rio
Memórias para guardar
De cada recanto mais sombrio.
Tem muito para desbravar
Basta gostar de aventura
Outro tanto para conhecer
Durante o ano, em qualquer altura.
Serão poucos que possam afirmar
Conhecer bem esta cidade que fascina
Pois tem muito para ver
Esta Lisboa, Esta Menina...
Último Suspiro!
Sem forças para lutar
Sem caminhos a seguir
Ponho-me a pensar
Por onde hei-de ir...
Caminho sem sentido
Esquecendo o passado
Choro pelo tempo perdido
Sem te ter ao meu lado.
Assim vou andando
Até onde? Não sei...
Sonho o que fui vivendo,
Vivo o que nunca sonhei.
E agora escrevendo
O que me vai na alma
Sinto que vai chegando
Ao coração, um pouco de calma.
Solto uma lágrima, por ti
Pelos momentos que não passei
Já não sei o que faço aqui
Esta vida não a desfrutei.
E grito bem alto
No momento em que me atiro
Até chegar ao asfalto
E ter o meu último suspiro.
Sem caminhos a seguir
Ponho-me a pensar
Por onde hei-de ir...
Caminho sem sentido
Esquecendo o passado
Choro pelo tempo perdido
Sem te ter ao meu lado.
Assim vou andando
Até onde? Não sei...
Sonho o que fui vivendo,
Vivo o que nunca sonhei.
E agora escrevendo
O que me vai na alma
Sinto que vai chegando
Ao coração, um pouco de calma.
Solto uma lágrima, por ti
Pelos momentos que não passei
Já não sei o que faço aqui
Esta vida não a desfrutei.
E grito bem alto
No momento em que me atiro
Até chegar ao asfalto
E ter o meu último suspiro.
21 de agosto de 2012
Vidas Esquecidas!
Vidas cinzentas
Sem um pingo de alegria
Que perigos enfrentas
Ao nascer de um novo dia?
Vidas sem cor
Sem vontade de ser vividas
Vidas ser amor
Espalhadas pelas avenidas.
Vidas sem chama
E o aconchego de um lar
O chão é a sua cama
Onde acabam por se deitar.
Uma vida em solidão
Por escolha ou imposto
Que não tem uma simples razão,
Uma idade ou um rosto.
Uma vida em sofrimento
Sem a mínima qualidade
Em que se vive ao momento
Conforme se encara a realidade.
Poucos querem a mudança
Por medo ou habituação
Preferem a vida sem esperança
Que uma nova ilusão.
E pela rua vão vivendo,
Sem uma solução,
Na "casa" que escolheram
Até ao ultimo bater do coração.
20 de agosto de 2012
O amor faz-nos sentir...
Simples sentimento
Que ilumina o dia-a-dia
Enchendo o coração
De uma estranha magia.
Faz-nos levitar
Sentir-nos mais poderosos
Faz-nos acreditar
Que somos mais corajosos.
Nada nos atinge
Nada é impossível
Qualquer meta traçada
Parece ser atingível.
Quando é correspondido
Nada é melhor
Vale a pena ser vivido
Quando é um grande amor.
Mas como todas as rosas
Esta também tem espinhos
Levando a desgostos
Quando se escolhem maus caminhos.
E se bom, é magia
Mau é a escuridão
Pois desfaz-nos em pedaços
O pequeno coração.
Terá que ser cuidado
Se esse amor se quiser ter,
Pois um amor abandonado
O mais certo é morrer.
17 de agosto de 2012
Recomeçar...
Sonho acordado
Perdido no mundo
Por não te ter ao meu lado
Em cada segundo.
Tento te esquecer
Levar a vida em frente
Mas a ideia de te perder
Queima intensamente.
Faz arder meu coração
Que sofre com a tua ausência
Faz aumentar a desilusão
Devido à tua indiferência.
Mas nem assim te esqueço
Nem isso me faz perceber
Que melhor eu mereço
Do que estar sempre a sofrer...
Só quero conseguir
Ultrapassar este momento
Para a vida seguir
Esquecendo este sentimento.
E procurar conquistar
Em mim, toda a confiança
Para poder procurar
Um novo rumo, com confiança.
E quando o encontrar
Estar totalmente preparado
Para poder amar
Quem estiver ao meu lado.
Perdido no mundo
Por não te ter ao meu lado
Em cada segundo.
Tento te esquecer
Levar a vida em frente
Mas a ideia de te perder
Queima intensamente.
Faz arder meu coração
Que sofre com a tua ausência
Faz aumentar a desilusão
Devido à tua indiferência.
Mas nem assim te esqueço
Nem isso me faz perceber
Que melhor eu mereço
Do que estar sempre a sofrer...
Só quero conseguir
Ultrapassar este momento
Para a vida seguir
Esquecendo este sentimento.
E procurar conquistar
Em mim, toda a confiança
Para poder procurar
Um novo rumo, com confiança.
E quando o encontrar
Estar totalmente preparado
Para poder amar
Quem estiver ao meu lado.
16 de agosto de 2012
Na falésia...
No fundo do mar
Em eterna solidão
Ouvem-se vozes a falar
Em plena discussão.
Conta a história
De um grave acidente
Do qual não há memória
Se existiu realmente.
Um casal de namorados
Entregues ao romantismo
Eternos apaixonados
A partir desse dia...
Numa falésia estacionados
Exprimindo sorrisos de alegria,
Quando foram abalroados
Atirados para o abismo.
A partir desse momento
Pela falésia habitam
Causando tormento
Aos casais que os visitam
Sem amor no coração.
13 de agosto de 2012
Reencontro!
Saudade...
Que me leva a viajar
Por onde? Não sei...
Apenas para chegar
Onde possa encontrar
O que sempre procurei
O teu amor e amizade!
Encontro adiado
Por longos momentos
Impossíveis de suportar
Mas que tive de viver
Para um dia reconhecer
Que vale a pena amar
E partilhar sentimentos
Ao teu lado!
Paixão...
Ternura, amor
Marcados a fogo
No meu peito
Fazem curar meu coração
Por outrora desfeito
Pelo ciume, ódio e rancor.
7 de agosto de 2012
Irei lembrar-te sempre!
Num rasgo do passado
Vem um sentimento de saudade
E faz-me desejar
Que possas regressar
E dar novos momentos de felicidade
Que já não voltam, ao teu lado.
Memórias,
Novamente vividas
Que contam histórias
Nunca esquecidas
Que me fizeram crescer
Sem eu mesmo saber.
No meio deste pensamento
Deste sonho diferente
Revejo-te comigo
Numa partida da minha mente
Onde cada momento
É aproveitado intensamente.
Soltam-se emoções
Feridas voltam a abrir
Por novamente lembrar
O dia que te vi partir
O dia em que nossos corações
Tiveram que se separar.
Estarás sempre presente
Dentro de mim
Num cantinho especial
Que escolhi para ti
E que habitualmente
Habito para te encontrar
E assim poder contigo falar
Vem um sentimento de saudade
E faz-me desejar
Que possas regressar
E dar novos momentos de felicidade
Que já não voltam, ao teu lado.
Memórias,
Novamente vividas
Que contam histórias
Nunca esquecidas
Que me fizeram crescer
Sem eu mesmo saber.
No meio deste pensamento
Deste sonho diferente
Revejo-te comigo
Numa partida da minha mente
Onde cada momento
É aproveitado intensamente.
Soltam-se emoções
Feridas voltam a abrir
Por novamente lembrar
O dia que te vi partir
O dia em que nossos corações
Tiveram que se separar.
Estarás sempre presente
Dentro de mim
Num cantinho especial
Que escolhi para ti
E que habitualmente
Habito para te encontrar
E assim poder contigo falar
13 de julho de 2012
Fotografias do passado...
Vi fotografias
De um passado que era meu
Mas as imagens de alegrias
Minha mente esqueceu...
Não reconheço as paisagens
Naquelas fotos representadas
Nem as viagens
Por nós partilhadas...
Quem és, já não sei
Foste apagada do passado
Do pouco que recordei
Não te encontro ao meu lado...
És uma pequena miragem
De algo que já esqueci
Uma espécie de tatuagem
Que no presente já me arrependi
De a ter feito...
Já segui outra direcção
Completamente diferente
Onde cada emoção
Me reconstroi a mente
E o coração desfeito...
De um passado que era meu
Mas as imagens de alegrias
Minha mente esqueceu...
Não reconheço as paisagens
Naquelas fotos representadas
Nem as viagens
Por nós partilhadas...
Quem és, já não sei
Foste apagada do passado
Do pouco que recordei
Não te encontro ao meu lado...
És uma pequena miragem
De algo que já esqueci
Uma espécie de tatuagem
Que no presente já me arrependi
De a ter feito...
Já segui outra direcção
Completamente diferente
Onde cada emoção
Me reconstroi a mente
E o coração desfeito...
10 de julho de 2012
Renascer...
Pouco a pouco
Recuperei o caminho
Que tinha perdido
Ao afastar-me sozinho.
Aproximei-me de mim
Aproximei-me de quem me quer
Aproximei-me dos pais e amigos
De irmãos e futura mulher.
Voltei à alegria
À minha espontaneidade
Voltei a ter energia
Para me rir, com vontade.
Voltei a ser quem sou,
Divertido, contagiante
Sem sombras do que passou
Sem estar hesitante.
Desbravar novas oportunidades
Sair da zona de conforto
Não me esquecendo das realidades
Nem do meu fiel porto.
Mas ainda assim arriscar
A ser cada vez melhor
Em não deixar-me ficar
Onde o que faço, não tem valor.
Sinto-me em paz
E isso vai-se reflectindo
Tanto no que sou agora capaz
Como no que vou conseguindo.
E sigo o caminho traçado
Por mim diariamente
Sem esquecer quem está ao meu lado
A apoiar-me constantemente.
Recuperei o caminho
Que tinha perdido
Ao afastar-me sozinho.
Aproximei-me de mim
Aproximei-me de quem me quer
Aproximei-me dos pais e amigos
De irmãos e futura mulher.
Voltei à alegria
À minha espontaneidade
Voltei a ter energia
Para me rir, com vontade.
Voltei a ser quem sou,
Divertido, contagiante
Sem sombras do que passou
Sem estar hesitante.
Desbravar novas oportunidades
Sair da zona de conforto
Não me esquecendo das realidades
Nem do meu fiel porto.
Mas ainda assim arriscar
A ser cada vez melhor
Em não deixar-me ficar
Onde o que faço, não tem valor.
Sinto-me em paz
E isso vai-se reflectindo
Tanto no que sou agora capaz
Como no que vou conseguindo.
E sigo o caminho traçado
Por mim diariamente
Sem esquecer quem está ao meu lado
A apoiar-me constantemente.
9 de julho de 2012
Esqueci-te!
Não estava preparado
Nada fazia prever
Que após estar ao teu lado
Te iria perder.
Não contava ser assim
O final de nossa história
Guardarei para mim
Num cantinho da memória.
Caiu como uma bomba,
Um murro no meu peito
Bem no meu coração
Deixando-o desfeito.
Já devia imaginar
Que isto iria acontecer
Era apenas recordar
O que já me tinhas feito sofrer.
Já sabia com que contar
Mesmo assim arrisquei
Tentar me aproximar
De quem sempre amei.
Mas porquê esse sentimento
Se só me fizeste mal?
Chegou o tal momento
Do ponto final...
Uma página passada
Uma página esquecida
Uma página arrancada
Para sempre da minha vida.
Não quero mais
Saber de ti
Nem para onde vais
Pois para ti, morri.
Não sobrou a amizade
Pois nem disso cuidaste
Já nem sei se é verdade
Quando dizias que me amaste.
Podes me esquecer
Pois de ti já me esqueci
Apenas fica a marca para ver
A dor que por ti sofri.
(Dedicado a quem tem alguém que quer esquecer...)
Nada fazia prever
Que após estar ao teu lado
Te iria perder.
Não contava ser assim
O final de nossa história
Guardarei para mim
Num cantinho da memória.
Caiu como uma bomba,
Um murro no meu peito
Bem no meu coração
Deixando-o desfeito.
Já devia imaginar
Que isto iria acontecer
Era apenas recordar
O que já me tinhas feito sofrer.
Já sabia com que contar
Mesmo assim arrisquei
Tentar me aproximar
De quem sempre amei.
Mas porquê esse sentimento
Se só me fizeste mal?
Chegou o tal momento
Do ponto final...
Uma página passada
Uma página esquecida
Uma página arrancada
Para sempre da minha vida.
Não quero mais
Saber de ti
Nem para onde vais
Pois para ti, morri.
Não sobrou a amizade
Pois nem disso cuidaste
Já nem sei se é verdade
Quando dizias que me amaste.
Podes me esquecer
Pois de ti já me esqueci
Apenas fica a marca para ver
A dor que por ti sofri.
(Dedicado a quem tem alguém que quer esquecer...)
8 de julho de 2012
Qual a solução?
Não sei onde isto vai parar
Não consigo perceber
O trabalho é a aumentar
E diminui o dinheiro a receber.
Caminha-se a passos largos
Para os níveis do terceiro Mundo
Criando, na sociedade, estragos
A um nível mais profundo.
Muda-se o pensamento
A forma de se estar
Cria-se num momento
Uma geração para queimar.
Fomos mal habituados
Disso não posso negar
Que tínhamos direito a tudo
Que se podia gastar, sem poupar.
Criou-se um problema
Para o qual não têm solução.
Vão testando alternativas
Que não são opção.
A vida está complicada
Dizem a quem quer ouvir
Complicada para quem,
Se passam a vida a fugir?
Fugir das responsabilidade
Fugir dos cortes necessários
Que lhes tirem as regalias
Em vez dos jovens ou da 3ª idade.
Nisso não se toca
Pois não há qualquer motivo
E querem que o povo
Tenha pensamento positivo.
Sem uma mudança geral
Nada mais há a fazer
Que vender Portugal
A quem mais oferecer.
Não consigo perceber
O trabalho é a aumentar
E diminui o dinheiro a receber.
Caminha-se a passos largos
Para os níveis do terceiro Mundo
Criando, na sociedade, estragos
A um nível mais profundo.
Muda-se o pensamento
A forma de se estar
Cria-se num momento
Uma geração para queimar.
Fomos mal habituados
Disso não posso negar
Que tínhamos direito a tudo
Que se podia gastar, sem poupar.
Criou-se um problema
Para o qual não têm solução.
Vão testando alternativas
Que não são opção.
A vida está complicada
Dizem a quem quer ouvir
Complicada para quem,
Se passam a vida a fugir?
Fugir das responsabilidade
Fugir dos cortes necessários
Que lhes tirem as regalias
Em vez dos jovens ou da 3ª idade.
Nisso não se toca
Pois não há qualquer motivo
E querem que o povo
Tenha pensamento positivo.
Sem uma mudança geral
Nada mais há a fazer
Que vender Portugal
A quem mais oferecer.
5 de julho de 2012
Inicio Envergonhado!
No embaraço do momento
Tento-me explicar
Qual o sentimento
Que fez vir te falar.
Mas sinto-me envergonhado
Não consigo articular
Palavras com significado
Sem ser a gaguejar.
Fujo de ti
Com as lágrimas a escorrer
Nesse momento senti
Que já não ia ter.
Escondo-me num canto
Até parar de chorar
Quando para meu espanto
Te vejo a chegar.
Meia tímida, a medo
Numa conversa acelerada
Dizes-me em segredo
Que também estás apaixonada.
Fico espantado
Fico sem reacção
Dispara no peito, acelerado
O meu coração.
Levantamo-nos de mão dada
Foi o que sempre quis
És a minha namorada
Quem eu quero fazer feliz.
Tento-me explicar
Qual o sentimento
Que fez vir te falar.
Mas sinto-me envergonhado
Não consigo articular
Palavras com significado
Sem ser a gaguejar.
Fujo de ti
Com as lágrimas a escorrer
Nesse momento senti
Que já não ia ter.
Escondo-me num canto
Até parar de chorar
Quando para meu espanto
Te vejo a chegar.
Meia tímida, a medo
Numa conversa acelerada
Dizes-me em segredo
Que também estás apaixonada.
Fico espantado
Fico sem reacção
Dispara no peito, acelerado
O meu coração.
Levantamo-nos de mão dada
Foi o que sempre quis
És a minha namorada
Quem eu quero fazer feliz.
3 de julho de 2012
Afundo-me na pobreza!
O tempo passa
Mas não acaba o sufoco
Cai na lama
Bem no fundo do esgoto.
Já não tenho utilidade
Para nada nem ninguém
Não restou uma amizade,
Antes eram mais de cem...
Só,
Abandonado,
Na miséria,
Marginalizado!
Deixei de ser pessoa
Passei a ser objecto
Que já não se lembra
Quando teve o último afecto.
Filhos que não me falam
Netos que não conheço
Tornei-me um parasita
Neste mundo em que apodreço.
Não sei quanto tempo me resta
Mas ainda tenho uma esperança
Que esta triste vida
Se transforme numa lembrança.
Para isso tenho que me esforçar
Pois não posso acabar assim
No dia em que parar de lutar
Será o dia do meu fim.
Mas não acaba o sufoco
Cai na lama
Bem no fundo do esgoto.
Já não tenho utilidade
Para nada nem ninguém
Não restou uma amizade,
Antes eram mais de cem...
Só,
Abandonado,
Na miséria,
Marginalizado!
Deixei de ser pessoa
Passei a ser objecto
Que já não se lembra
Quando teve o último afecto.
Filhos que não me falam
Netos que não conheço
Tornei-me um parasita
Neste mundo em que apodreço.
Não sei quanto tempo me resta
Mas ainda tenho uma esperança
Que esta triste vida
Se transforme numa lembrança.
Para isso tenho que me esforçar
Pois não posso acabar assim
No dia em que parar de lutar
Será o dia do meu fim.
30 de junho de 2012
Esqueço-me!!!
Esqueço-me de ti
Do que vi...
Do que sonhei!
Esqueço-me de mim
Do que sou...
Do que me tornei!
Esqueço-me dos amigos
Dos meu entes queridos
Para quem estou ausente!
Esqueço-me do trabalho
De cumprir o horário
O mesmo de sempre.
Esqueço-me de esquecer,
Pois já não tenho o que recordar.
Esqueço-me de viver,
O que a vida tem para me dar.
Esqueço-me...
Do que ia escrever
Das palavras certas
Para que estas linhas
Façam sentido ao ler.
Do que vi...
Do que sonhei!
Esqueço-me de mim
Do que sou...
Do que me tornei!
Esqueço-me dos amigos
Dos meu entes queridos
Para quem estou ausente!
Esqueço-me do trabalho
De cumprir o horário
O mesmo de sempre.
Esqueço-me de esquecer,
Pois já não tenho o que recordar.
Esqueço-me de viver,
O que a vida tem para me dar.
Esqueço-me...
Do que ia escrever
Das palavras certas
Para que estas linhas
Façam sentido ao ler.
29 de junho de 2012
Focar-me em ti!
Disperso-me facilmente
No que não é essencial
Esquecendo quase sempre
De viver o actual.
Penso e planeio
Tudo o que possa acontecer
É um devaneio
Que não consigo perder.
Tenho os meus objectivos
Seja para amanha ou a um ano
Podem até não ser cumpridos
Mas assim tenho um plano.
Mas esqueço-me do importante
E não devia esquecer
A tua presença constante
Que me faz querer viver.
É o teu amor
Que me faz focar
No que tem valor
No que devo aproveitar.
E deixar seguir
O rumo natural
Pois o bom há-de vir
Quando for tempo para tal.
Fica escrito, para se ler
Que em ti me vou focar
E tentar me esquecer
Onde a vida me vai levar.
No que não é essencial
Esquecendo quase sempre
De viver o actual.
Penso e planeio
Tudo o que possa acontecer
É um devaneio
Que não consigo perder.
Tenho os meus objectivos
Seja para amanha ou a um ano
Podem até não ser cumpridos
Mas assim tenho um plano.
Mas esqueço-me do importante
E não devia esquecer
A tua presença constante
Que me faz querer viver.
É o teu amor
Que me faz focar
No que tem valor
No que devo aproveitar.
E deixar seguir
O rumo natural
Pois o bom há-de vir
Quando for tempo para tal.
Fica escrito, para se ler
Que em ti me vou focar
E tentar me esquecer
Onde a vida me vai levar.
28 de junho de 2012
Seguir em frente!
Rasgo
Em mil pedaços
O que tenho de ti
Para que não chore
Pelos cantos
Para não recordar
O que já sofri.
Apago
O cheiro
Do teu corpo
Que me fazia transpirar
E o sabor
Dos teus beijos
Com que me fazias voar.
Arranco
Dentro do meu peito
Aquele sentimento fugaz
Que me deixava sem jeito
Que andavas por perto
E que agora não satisfaz.
Queimo
O que resta teu
Do meu corpo e mente
Para que sejas enterrado,
Esquecido, ignorado
De agora ao eternamente
Por mim.
Choro
Para limpar meu coração
E sarar as feridas
Causadas pela desilusão
De amar e não ser amada
Por ter sido, por ti,
Conquistada
E agora não ser opção.
E que no fim
Deste enorme contratempo
Possa ter a vida que quis
Agarrando no que de mim restou,
Nas cinzas
Em que este amor se tornou
E ser ele o adubo
Para voltar a ser feliz.
Em mil pedaços
O que tenho de ti
Para que não chore
Pelos cantos
Para não recordar
O que já sofri.
Apago
O cheiro
Do teu corpo
Que me fazia transpirar
E o sabor
Dos teus beijos
Com que me fazias voar.
Arranco
Dentro do meu peito
Aquele sentimento fugaz
Que me deixava sem jeito
Que andavas por perto
E que agora não satisfaz.
Queimo
O que resta teu
Do meu corpo e mente
Para que sejas enterrado,
Esquecido, ignorado
De agora ao eternamente
Por mim.
Choro
Para limpar meu coração
E sarar as feridas
Causadas pela desilusão
De amar e não ser amada
Por ter sido, por ti,
Conquistada
E agora não ser opção.
E que no fim
Deste enorme contratempo
Possa ter a vida que quis
Agarrando no que de mim restou,
Nas cinzas
Em que este amor se tornou
E ser ele o adubo
Para voltar a ser feliz.
27 de junho de 2012
Foste uma desilusão!
Cada dia que passa
Muda um pouco o sentimento
Que tinha por ti
Até à pouco tempo.
Foram anos de vida
Em que julgava te conhecer
Nada me preparava
Para o que veio a acontecer.
De ti conheço zero.
E o que conheço, dispensava
Já não és quem conhecia
Não és quem eu gostava.
Tratei-te como irmão
Quando não és nem amigo
Foste e és uma desilusão
Perceber-te, já não consigo.
O que pensava sentir
Tem-se aos pouco alterado
Sinto raiva a surgir
Quando estou ao teu lado.
Como podes ser tão frio?
Tratar mal quem te quer bem
Quando não és afinal
Nem um homem, nem ninguém.
Um pouco de coragem
Um pouco de determinação
Já tinham acabado com a imagem
Que és um fraco de coração.
Que não sabe o que quer
Nem que caminho optar
Apenas fazer sofrer
Quem continua a o amar.
26 de junho de 2012
Escutar o coração...
Sem nada para fazer
Deitado no meu quarto
Ponho-me a pensar
Olhando para o teu retrato.
Recolho-me na minha mente
Para um momento de observação
Onde escuto atentamente
O que me diz o coração!
Oiço a sua batida
Num ritmo lento
Que acelera ao pensar em ti
Como se fosse o vento.
Retiro a tua imagem
Privo-me de qualquer sentimento
Acalmando o ritmo
Nesse preciso momento.
Fico mais atento
Ao que ele quer dizer
E oiço a dizer para não desistir
Para fazer o que tenho de fazer.
Como pude não perceber
O que estava a sentir
Fui errando nas escolhas
No caminho que estava a seguir.
É altura de enfrentar
Adversidades e problemas
E finalmente lutar
Pela musa dos poemas.
Deitado no meu quarto
Ponho-me a pensar
Olhando para o teu retrato.
Recolho-me na minha mente
Para um momento de observação
Onde escuto atentamente
O que me diz o coração!
Oiço a sua batida
Num ritmo lento
Que acelera ao pensar em ti
Como se fosse o vento.
Retiro a tua imagem
Privo-me de qualquer sentimento
Acalmando o ritmo
Nesse preciso momento.
Fico mais atento
Ao que ele quer dizer
E oiço a dizer para não desistir
Para fazer o que tenho de fazer.
Como pude não perceber
O que estava a sentir
Fui errando nas escolhas
No caminho que estava a seguir.
É altura de enfrentar
Adversidades e problemas
E finalmente lutar
Pela musa dos poemas.
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