Solto um grito de revolta
Por não te ter mais
Um grito que abafa o choro
Por saber que te vais...
Partes para não voltar
Sem olhar para trás
Sem dares uma última hipótese
De tentar te recuperar.
Vejo-te partir
Sem nenhuma reacção
E vou em parte contigo
Já que levas meu coração.
Ele será sempre teu
Já não o quero, sem ti
Para mim ele morreu
Desde que nosso namoro teve um fim.
E agora sozinho
Não sei o que fazer
Perdi o caminho
Que estava a percorrer...
O fim do mundo não vem
O fim da vida também não
Irei viver o que faltar dela
Em total solidão...
28 de dezembro de 2012
21 de dezembro de 2012
A tua voz...
No silêncio profundo
Oiço por um segundo
A tua voz a me chamar...
Olho em cada direcção
Num rasgo de emoção
Sem nunca te encontrar...
Apodera-se de mim
Um desejo sem fim
De te alcançar...
Mas vejo-me amarrado
E também amordaçado
Sem forma de me soltar...
Tento ganhar coragem
Para soltar-me desta miragem
E te procurar...
Esquecendo os meus medos
Expondo os meus segredos
Para te poder conquistar...
Esvazio a minha alma
E com toda a calma
Começo a levantar...
Soltando-me da corrente
Que existia na minha mente
E não me deixava te alcançar...
Agora, liberto
Faço o que é certo
Para a ti chegar...
Assim que te vi
Não sei o que senti
Mas nunca te vou largar...
Oiço por um segundo
A tua voz a me chamar...
Olho em cada direcção
Num rasgo de emoção
Sem nunca te encontrar...
Apodera-se de mim
Um desejo sem fim
De te alcançar...
Mas vejo-me amarrado
E também amordaçado
Sem forma de me soltar...
Tento ganhar coragem
Para soltar-me desta miragem
E te procurar...
Esquecendo os meus medos
Expondo os meus segredos
Para te poder conquistar...
Esvazio a minha alma
E com toda a calma
Começo a levantar...
Soltando-me da corrente
Que existia na minha mente
E não me deixava te alcançar...
Agora, liberto
Faço o que é certo
Para a ti chegar...
Assim que te vi
Não sei o que senti
Mas nunca te vou largar...
20 de dezembro de 2012
Falhar demais!
Recuso-me a desistir
Atirar a toalha ao chão
Não te vou deixar partir
Levando o meu coração.
Sei que errei
Mas posso mudar
Pois não me perdoarei
Se não tentar.
Faço tudo ao meu alcance
Para poder merecer
Uma nova chance
De me dar a conhecer.
Mas vou errando
Vezes demais
E o teu olhar vai mostrando
Que já não dá mais.
Partes sem te despedir
Num sinal de desilusão
Por não conseguir transmitir
Segurança na decisão.
Fica um vazio em mim
Que teima em não sarar
Lembrando-me do fim
Que não soube evitar.
Atirar a toalha ao chão
Não te vou deixar partir
Levando o meu coração.
Sei que errei
Mas posso mudar
Pois não me perdoarei
Se não tentar.
Faço tudo ao meu alcance
Para poder merecer
Uma nova chance
De me dar a conhecer.
Mas vou errando
Vezes demais
E o teu olhar vai mostrando
Que já não dá mais.
Partes sem te despedir
Num sinal de desilusão
Por não conseguir transmitir
Segurança na decisão.
Fica um vazio em mim
Que teima em não sarar
Lembrando-me do fim
Que não soube evitar.
18 de dezembro de 2012
Acção ou Reacção?
Foi acção
Ou reacção?
Não consigo distinguir
Mas foi a solução
Que o meu coração
Dizia existir.
Queria te ter
Mas tinha que merecer
A tua companhia ao meu lado
Para conseguir te compreender
Tive que conhecer
Bem o meu passado.
Quem sou? Já não sei
Apenas me reinventei
Para poder seguir em frente.
A ti te encontrei
E por ti lutarei
Para sempre? Possivelmente.
Passado tanto tempo
Ainda me lembro do momento
Em que te conheci
E o simples movimento
Do teu cabelo ao vento
Despertou o que senti.
Resta então perceber
Se foi reacção ao teu mexer
Que me deixou apaixonado,
Ou uma acção sem me aperceber
Na ansia de te conhecer
Mal chegaste a meu lado.
17 de dezembro de 2012
Errar sem saber!
Penso pelo melhor
Mas faço tudo errado
Quando olho à volta
Está tudo terminado.
Afasto quem não quero
Apesar de não me aperceber
E quando dou conta disso
Parece que nada há a fazer.
Sai tudo ao contrário
Mais valia ficar quieto
Deixar de ser pessoa
Para ser um simples objecto.
E assim não decidia
Nem fazia disparates
Deixava de errar
Para fazer parte das artes.
Pois ultimamente
Parece que não sou eu
Já há quem diga
Que o antigo Bruno morreu.
Espero que não tenha acontecido
E que seja tudo passageiro
Pois o Bruno de verdade
Dá-se bem com o mundo inteiro.
12 de dezembro de 2012
Luto!
Custa a aceitar
Mas foi a melhor solução
Teres de partir
E deixar-me na solidão.
Foi melhor assim
Não foi preciso sofrer
Mas custa estar sem ti
Não sei que fazer.
Já era esperada
Mas a esperança era adiar
Uma morte anunciada
Que não tinha dia para chegar.
O tempo foi passando
E foste ficando pior
Por muito que custe
Partires foi o melhor.
Mas o vazio que deixaste
É difícil de preencher
E quanto mais penso nisso
Mais ele teima em doer.
Hoje estou de luto
Por me deixares por momentos
Mas ficam comigo os conselhos
As conversas e sentimentos.
Mas foi a melhor solução
Teres de partir
E deixar-me na solidão.
Foi melhor assim
Não foi preciso sofrer
Mas custa estar sem ti
Não sei que fazer.
Já era esperada
Mas a esperança era adiar
Uma morte anunciada
Que não tinha dia para chegar.
O tempo foi passando
E foste ficando pior
Por muito que custe
Partires foi o melhor.
Mas o vazio que deixaste
É difícil de preencher
E quanto mais penso nisso
Mais ele teima em doer.
Hoje estou de luto
Por me deixares por momentos
Mas ficam comigo os conselhos
As conversas e sentimentos.
7 de dezembro de 2012
Vida a dois!
Não consigo ficar parado
Com tanta alegria
Por te ter ao meu lado
A cada novo dia.
É um sonho
Tornado realidade
Que viemos construindo
Com trabalho e simplicidade.
Novos desafios aparecem
Com o passar do tempo
Resta-nos o apoio do outro
E o nosso sentimento.
Quando formos velhinhos
E pensarmos no que fizemos
Espero ver na tua cara um sorriso
Por termos vivido como quisemos.
Enquanto esse tempo não chega
O melhor é aproveitar
E ficar com um sorriso nos lábios
Todos os dias ao acordar.
5 de dezembro de 2012
Coração Destroçado!
Escrevo tristemente
Porque anda assim o coração
Já não chora
Mesmo que tente
Tamanha é a desilusão...
Um buraco se formou
Onde julgava ser mais forte
E o que abalou
O orgulho o formou
E fez perder o norte...
Perdi toda a direcção
Já não sei por onde caminho
E em mim, sinto o espinho
Cravado sem compaixão
Desfazendo a ilusão...
E agora vendo a realidade
Não sei que fazer
Eis a verdade!
Quando souber a solução
O tempo terá passado
E já não terei ninguém ao meu lado
Apenas a solidão.
Porque anda assim o coração
Já não chora
Mesmo que tente
Tamanha é a desilusão...
Um buraco se formou
Onde julgava ser mais forte
E o que abalou
O orgulho o formou
E fez perder o norte...
Perdi toda a direcção
Já não sei por onde caminho
E em mim, sinto o espinho
Cravado sem compaixão
Desfazendo a ilusão...
E agora vendo a realidade
Não sei que fazer
Eis a verdade!
Quando souber a solução
O tempo terá passado
E já não terei ninguém ao meu lado
Apenas a solidão.
A lembrança do que foste
Algo se perdeu
Quando? Não sei
Mas já não és a mesma
Já não és quem amei...
Não sei como justificar
A razão da transformação
Mas quando te olho percebo
Que já não mexes com o meu coração.
És quem queria ao meu lado
Quem sonhava um dia ter
Mas parece que quando te tive
Só te soube perder.
Olho para o passado
Vejo todas as opções
E reparo que nos problemas
Não segui as melhores soluções.
O orgulho nos afasta
Pois não queremos ceder
E aos poucos vai morrendo
O amor que deveria crescer...
Quando? Não sei
Mas já não és a mesma
Já não és quem amei...
Não sei como justificar
A razão da transformação
Mas quando te olho percebo
Que já não mexes com o meu coração.
És quem queria ao meu lado
Quem sonhava um dia ter
Mas parece que quando te tive
Só te soube perder.
Olho para o passado
Vejo todas as opções
E reparo que nos problemas
Não segui as melhores soluções.
O orgulho nos afasta
Pois não queremos ceder
E aos poucos vai morrendo
O amor que deveria crescer...
28 de novembro de 2012
Teia
Envolvo-me numa teia
De onde não quero sair
Uma zona de conforto
Que não sabia existir.
Ela me protege
Me faz sentir segura
Sei onde me leva
A qualquer hora,
A qualquer altura.
E caio em rotina
Sem me aperceber
Perdendo a hipótese
De arriscar
E aprender...
Rasgo essa teia
Através da curiosidade
E vou correndo riscos
Em busca da liberdade
Que me foi retirada
Numa teia criada
Não para me proteger
Mas para aos poucos, me prender...
Arrisco...
Sou diferente
E de forma irreverente
Procuro ser única
À minha maneira
E esqueço dessa teia
Que criei para mim.
De onde não quero sair
Uma zona de conforto
Que não sabia existir.
Ela me protege
Me faz sentir segura
Sei onde me leva
A qualquer hora,
A qualquer altura.
E caio em rotina
Sem me aperceber
Perdendo a hipótese
De arriscar
E aprender...
Rasgo essa teia
Através da curiosidade
E vou correndo riscos
Em busca da liberdade
Que me foi retirada
Numa teia criada
Não para me proteger
Mas para aos poucos, me prender...
Arrisco...
Sou diferente
E de forma irreverente
Procuro ser única
À minha maneira
E esqueço dessa teia
Que criei para mim.
23 de novembro de 2012
Ter de acordar
Não quero acordar,
Não quero me levantar
Mas o despertador
Não para de chatear.
Quero dormir!
Mais um instante,
Mais um pouco
Mas o despertador, feito louco
Começa a tocar, enervante
E faz-me desistir
De me manter na cama...
Levanto-me contrariado
Ainda pouco acordado
E tento-me despachar
Mas ainda a pensar
Na cama quentinha
Que fui obrigado a abandonar.
Só quero voltar para lá
Está frio cá fora
Mas em menos de uma hora
Tenho que estar a trabalhar
E ainda me falta acordar
Deste estado de dormência.
22 de novembro de 2012
Superstição
Não sou supersticioso
Mas deveria de o ser
Pois não passa uma semana
Sem algo acontecer...
São coisas a cair,
E quase sempre a se estragar
É o que devia vir
Mas teima em não chegar...
E quanto tudo parece
Voltar ao normal
Eis que tudo acontece
Voltando ao habitual.
A novidade de última hora
Do que tenho estado a dizer
É estar sol lá fora
E no quarto estar a chover...
As bruxas não existem
É o que se costuma comentar
Mas se alguém conhecer uma
Não se esqueça de me avisar.
Para poder lhe pedir
Para tirar o mau olhado
A ver se começo a ter coisas boas
Em vez de tudo estragado.
19 de novembro de 2012
Sem razão de sorrir...
Sorrir...
Porque razão?
Se numa ilusão
Te deixei fugir
Do meu coração...
Sorrir...
Sem nenhum motivo
Desde que te perdi
E contigo o juízo
Que restava em mim!
Enlouqueço
Neste dura existência
Sem a tua presença
Ao meu lado.
E doí
Quando estou acordado
Querendo-te abraçar
E aos poucos lembrar
Que já não te tenho
Que já não te mereço.
Sorrir...
Já não vou de novo saber
Porque depois de te perder
Só quero esquecer
Que estou a viver...
16 de novembro de 2012
Sem tempo...
Saudade...
Dos tempos que escrevia
Por pura alegria
Sem nada mais para fazer
Apenas escrever
O que sentia...
Tempos que já não voltam
E que depressa serão esquecidos
Pelos dias, agora vividos
Não com tempo, mas corridos
Pela pressão da sociedade!
Vida de angústia
De ansiedade...
Por se querer atingir
Um estável patamar
Não tendo tempo para gastar
Numa amizade
Ou para amar
Ou para viver de verdade...
Tudo se perdeu com o tempo
E anda tudo em movimento
Acelerado...
Sem significado...
Esquecendo os poemas
Onde se espalhava sentimento
Que agora não tem espaço
Para existir...
15 de novembro de 2012
Acidente terrível!
Vou estrada fora
Sem pensar no destino
Só interessa o caminho
Que ainda falta percorrer.
Já vou atrasado
Acelero sem pensar
Só quero é chegar
Sem medir consequências.
Acelero bem a fundo
Chego ao máximo num segundo
E vejo a paisagem a passar
Sem me preocupar
E sem me aperceber
Sem dar por ela a acontecer
Só vejo um carro a embater
E tudo escurece...
Minha alma adormece
Meu corpo, parado permanece
Já não sei onde estou
Só me lembro que o carro captou!
Não percebo a situação
É tudo uma confusão
Apagou-se a minha mente
Fiquei "preso" no acidente.
Sinto alguém me tocar
Mas custa-me a "acordar"
Estou dormente, sem saber
O que se passa em meu redor
De onde vem este odor
Que me chega ao nariz...
Tento-me me mexer
E sou obrigado a parar
Alguém me diz para me acalmar
Com lágrimas a cair.
Quando tento perceber
A razão do sofrimento
Vejo, sem querer
Que estou sem me mexer
Não por estar amarrado
Mas por ter ficado impossibilitado
De fazer qualquer movimento.
Sem pensar no destino
Só interessa o caminho
Que ainda falta percorrer.
Já vou atrasado
Acelero sem pensar
Só quero é chegar
Sem medir consequências.
Acelero bem a fundo
Chego ao máximo num segundo
E vejo a paisagem a passar
Sem me preocupar
E sem me aperceber
Sem dar por ela a acontecer
Só vejo um carro a embater
E tudo escurece...
Minha alma adormece
Meu corpo, parado permanece
Já não sei onde estou
Só me lembro que o carro captou!
Não percebo a situação
É tudo uma confusão
Apagou-se a minha mente
Fiquei "preso" no acidente.
Sinto alguém me tocar
Mas custa-me a "acordar"
Estou dormente, sem saber
O que se passa em meu redor
De onde vem este odor
Que me chega ao nariz...
Tento-me me mexer
E sou obrigado a parar
Alguém me diz para me acalmar
Com lágrimas a cair.
Quando tento perceber
A razão do sofrimento
Vejo, sem querer
Que estou sem me mexer
Não por estar amarrado
Mas por ter ficado impossibilitado
De fazer qualquer movimento.
Vida planeada...
Projectos!
Planos!
Nada mais são
Que guias para a vida
Que deve ser vivida
Em vez de planeada.
Muito fica no papel
Ou simplesmente
No pensamento
Não aproveitando o momento
Que se deve viver.
E tudo para quê?
Para não arriscar?
Por ter medo de falhar!
A vida deve ser vivida
Por vezes pensar
Noutras, atirar
De cabeça, por impulso
E ir de encontro à novidade
Para ter a intensidade
Que se vai perdendo.
Rasga os projectos
Que não vais realizar
E passa a te concentrar
No que é importante
No dia-a-dia, no instante.
E quando olhares para trás
Sem a vida planeada
Verás uma vida recheada
De planos vividos
Que nunca foram escritos
E não ficaram por fazer.
Planos!
Nada mais são
Que guias para a vida
Que deve ser vivida
Em vez de planeada.
Muito fica no papel
Ou simplesmente
No pensamento
Não aproveitando o momento
Que se deve viver.
E tudo para quê?
Para não arriscar?
Por ter medo de falhar!
A vida deve ser vivida
Por vezes pensar
Noutras, atirar
De cabeça, por impulso
E ir de encontro à novidade
Para ter a intensidade
Que se vai perdendo.
Rasga os projectos
Que não vais realizar
E passa a te concentrar
No que é importante
No dia-a-dia, no instante.
E quando olhares para trás
Sem a vida planeada
Verás uma vida recheada
De planos vividos
Que nunca foram escritos
E não ficaram por fazer.
13 de novembro de 2012
Caderno Vazio
Não consigo descrever
O que estou a sentir
Quero escrever
As palavras não querem sair...
São poemas em rascunho
Vários apagados
São ideias vazias
Poemas falhados!
Só penso em desistir
Não sou bom o suficiente
Teima em não surgir
Algo surpreendente.
Palavras sem sentimento
Que não conseguem exprimir
O que sinto no momento
Que não deixo fluir.
Não encontro a solução
Para estes problemas
E vai ficando vazio
O caderno dos poemas.
E só me apetece rasgar
Tudo o que já escrevi
Guardando o que sinto
Apenas para mim.
O que estou a sentir
Quero escrever
As palavras não querem sair...
São poemas em rascunho
Vários apagados
São ideias vazias
Poemas falhados!
Só penso em desistir
Não sou bom o suficiente
Teima em não surgir
Algo surpreendente.
Palavras sem sentimento
Que não conseguem exprimir
O que sinto no momento
Que não deixo fluir.
Não encontro a solução
Para estes problemas
E vai ficando vazio
O caderno dos poemas.
E só me apetece rasgar
Tudo o que já escrevi
Guardando o que sinto
Apenas para mim.
8 de novembro de 2012
Sem saída...
Acusações sem sentido
Fazem despoletar
Uma discussão continua
Que teima em não terminar.
Vai ficando resolvido
Pelo menos assim parece
Mas eis que à pequena coisa
Nova discussão acontece.
Tentamos suavizar
Não é assim tão importante
Mas discussões pequenas
Fazem um estrago gigante.
É uma saturação
Que vai crescendo aos poucos
Deixando os companheiros
Cada dia mais loucos.
E chega-se a um momento
Que apenas resta uma saída
Onde o desejo de não sofrer mais
É maior que o sentimento.
Acaba-se assim
Um amor de anos
Levando consigo
Todos os planos.
Fazem despoletar
Uma discussão continua
Que teima em não terminar.
Vai ficando resolvido
Pelo menos assim parece
Mas eis que à pequena coisa
Nova discussão acontece.
Tentamos suavizar
Não é assim tão importante
Mas discussões pequenas
Fazem um estrago gigante.
É uma saturação
Que vai crescendo aos poucos
Deixando os companheiros
Cada dia mais loucos.
E chega-se a um momento
Que apenas resta uma saída
Onde o desejo de não sofrer mais
É maior que o sentimento.
Acaba-se assim
Um amor de anos
Levando consigo
Todos os planos.
6 de novembro de 2012
Descrever o amor!
Recorro da escrita
Para conseguir me exprimir
Mas mesmo desta forma
Não encontro as palavras
Para dizer tudo
O que estou a sentir.
E vou me ultrapassando
Sempre na busca do melhor
Para que de forma directa
Ou mesmo indirecta
Consiga encontrar a melhor forma
De descrever o amor.
Inúmeras tentativas
Quase todas falhadas
Encontram-se no chão
Em folhas totalmente rasgadas.
Não vou desistir
Vou continuar a procurar
De uma forma
De mostrar a todos
Como é bom
Poder te amar.
E sempre que chegar
A um beco sem saída
Sei que te tenho a apoiar
Ao meu lado a incentivar
E ao ter-te como inspiração
Abre-se o meu coração
E nele vou buscar
As palavras que procurava.
Constipação!
Algo tomou conta de mim
E não me quer largar
Sinto que aos poucos
Me começa a dominar.
Controla minha vontade,
Meus estados,
Minhas decisões.
Controla minha ansiedade,
Meus pensamentos,
Minhas emoções.
É uma forte dor
Que me apanha a cabeça
Parece um tambor
Que nunca cessa.
Deixa-me de rastos
Sem vontade de lutar
Pois a cada gesto
Sinto a dor a piorar.
Vou-me arrastando
Até na cama me meter
Só quero fechar os olhos
E conseguir adormecer.
Acordo bem cedo
E começo a averiguar
Se a dor me deixou,
Se o tambor parou de tocar.
E fico satisfeito
Por ter a cabeça para mim
A dor foi-se embora
A constipação chegou ao fim.
E não me quer largar
Sinto que aos poucos
Me começa a dominar.
Controla minha vontade,
Meus estados,
Minhas decisões.
Controla minha ansiedade,
Meus pensamentos,
Minhas emoções.
É uma forte dor
Que me apanha a cabeça
Parece um tambor
Que nunca cessa.
Deixa-me de rastos
Sem vontade de lutar
Pois a cada gesto
Sinto a dor a piorar.
Vou-me arrastando
Até na cama me meter
Só quero fechar os olhos
E conseguir adormecer.
Acordo bem cedo
E começo a averiguar
Se a dor me deixou,
Se o tambor parou de tocar.
E fico satisfeito
Por ter a cabeça para mim
A dor foi-se embora
A constipação chegou ao fim.
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