Dizes que me amas
Que farias tudo por mim,
Mas será mesmo assim?
Dizes que te faço bem
Que comigo tens a felicidade,
Mas será que dizes a verdade?
Dizes que me desejas
Hoje como no primeiro dia
Mas não será pura mentira?
Dizes que és minha
Até que a morte nos separe,
Mas não quererás que isto acabe?
Dúvidas que bailam no meu peito
Que enfurecem meu coração
Que o deixam desfeito
Por estes momentos de indefinição.
Dúvidas que vão minando
O amor que por ti sempre senti
E que vão alimentando
O ódio que nasceu em mim.
Dúvidas, agora minhas companheiras
A cada momento que estás ausente.
Dúvidas, certezas algo traiçoeiras
Neste momento mais presente.
Dúvidas que destroiem
O que juntos foi construido
E que não quebram mas moem
Este amor outrora nascido.
30 de outubro de 2015
27 de outubro de 2015
Reflexo da alma!
Resguardo-me no interior,
Vejo o reflexo da minha alma
E nele um amor
Que depressa me acalma.
Um sentimento profundo
Que é maior que imaginava
Do tamanho do mundo
O mundo no qual morava...
É nele que me refugio
Nos dias mais cinzentos
E procuro o pavio
Que me acenda por momentos.
Que me faça perceber
Que não estou sozinho,
E consiga entender
Qual o meu caminho.
Para que te consiga dar
Tudo aquilo que desejo
E se possa transformar
Num meu mundo, a cada beijo.
Só tu importas ao meu lado
Diga o mundo o que disser
Quando este amor estiver acabado
Já estarei perto de morrer.
Vejo o reflexo da minha alma
E nele um amor
Que depressa me acalma.
Um sentimento profundo
Que é maior que imaginava
Do tamanho do mundo
O mundo no qual morava...
É nele que me refugio
Nos dias mais cinzentos
E procuro o pavio
Que me acenda por momentos.
Que me faça perceber
Que não estou sozinho,
E consiga entender
Qual o meu caminho.
Para que te consiga dar
Tudo aquilo que desejo
E se possa transformar
Num meu mundo, a cada beijo.
Só tu importas ao meu lado
Diga o mundo o que disser
Quando este amor estiver acabado
Já estarei perto de morrer.
24 de outubro de 2015
Corpo inerte e frio!
Corpo inerte e frio,
Sem medo nem receio,
Sem vontade nem desejo,
Procura no consolo de um beijo
Um luz neste olhar alheio
Ao mundo vazio.
A viva voz grito,
Como forma de expressar
Todo o ódio que sinto
E que a mim próprio minto,
Pois ele está a me matar
Tanto de corpo como de espírito.
Perco-me no negro
De uma escuridão galopante
Que invade minha alma
E que nada me acalma
A não ser a dor dilacerante
Que sofro em segredo.
Que acabe a vida em mim
E leve este sofrimento
Que guardo dentro do meu peito
Agora ferido e desfeito
Degradando-se a cada momento
Que me aproximo do fim.
Sem medo nem receio,
Sem vontade nem desejo,
Procura no consolo de um beijo
Um luz neste olhar alheio
Ao mundo vazio.
A viva voz grito,
Como forma de expressar
Todo o ódio que sinto
E que a mim próprio minto,
Pois ele está a me matar
Tanto de corpo como de espírito.
Perco-me no negro
De uma escuridão galopante
Que invade minha alma
E que nada me acalma
A não ser a dor dilacerante
Que sofro em segredo.
Que acabe a vida em mim
E leve este sofrimento
Que guardo dentro do meu peito
Agora ferido e desfeito
Degradando-se a cada momento
Que me aproximo do fim.
23 de outubro de 2015
Desafiando-me!
Preso num medo
Dificil de explicar
Não sinto o momento
Que procuro explorar
E sem me aperceber
Deixo o tempo passar
Sem ter a hipotese
De um dia tentar...
Refugio-me no refúgio
Que criei para mim
E em casa, isolado
Solto um grito amargurado
Pela falta de confiança
De fé, de esperança
De lutar por um fim
Que tenho aguardado.
Saio a correr,
Mesmo estando a chover
E atiro-me na lama
Limpando a alma
Suja de tanto fugir
E não conseguir enfrentar
Os desafios, que ao surgir
Soube sempre evitar...
Sou um homem sem rumo
Sem destino, sem solução
Separado por um riacho
Impossível de trespassar
Que me impede de melhorar
E explorar o melhor de mim
Guardado no interior,
Com ódio e rancor
Por não se conseguir soltar...
Quebro a garrafa,
Dos medos e receios
E estilhaço cada desafio
Com força e dedicação
Elevando cada padrão
Da minha forma de ser
Levando-me a perceber
Que posso melhor
E atingir a perfeição
No que me propuser criar.
Dificil de explicar
Não sinto o momento
Que procuro explorar
E sem me aperceber
Deixo o tempo passar
Sem ter a hipotese
De um dia tentar...
Refugio-me no refúgio
Que criei para mim
E em casa, isolado
Solto um grito amargurado
Pela falta de confiança
De fé, de esperança
De lutar por um fim
Que tenho aguardado.
Saio a correr,
Mesmo estando a chover
E atiro-me na lama
Limpando a alma
Suja de tanto fugir
E não conseguir enfrentar
Os desafios, que ao surgir
Soube sempre evitar...
Sou um homem sem rumo
Sem destino, sem solução
Separado por um riacho
Impossível de trespassar
Que me impede de melhorar
E explorar o melhor de mim
Guardado no interior,
Com ódio e rancor
Por não se conseguir soltar...
Quebro a garrafa,
Dos medos e receios
E estilhaço cada desafio
Com força e dedicação
Elevando cada padrão
Da minha forma de ser
Levando-me a perceber
Que posso melhor
E atingir a perfeição
No que me propuser criar.
22 de outubro de 2015
Prisioneiro em mim!
Fico dormente,
Preso na mente
De onde não consigo fugir,
Pensar, sentir
E me perco na imensidão
De um abismo de ilusão
Constuido no meu interior
Para me proteger do exterior.
Preso em mim
Não tenho como escapar
Sem antes me enfrentar
E enfrentar meus receios,
Meus medos e devaneios
Que me fazem vacilar
Me fazer recolher
E ter medo de errar
Em vez de lutar e vencer...
Solto-me da inércia
Que controla o meu corpo
E enfrento cada batalha
No fio da navalha
Sabendo que o futuro
Poderá ser decidido
Entre enfrentar as dificuldades
Ou ser um furagido
Aprisionado no seu proprio corpo
Sem nada poder fazer.
Preso na mente
De onde não consigo fugir,
Pensar, sentir
E me perco na imensidão
De um abismo de ilusão
Constuido no meu interior
Para me proteger do exterior.
Preso em mim
Não tenho como escapar
Sem antes me enfrentar
E enfrentar meus receios,
Meus medos e devaneios
Que me fazem vacilar
Me fazer recolher
E ter medo de errar
Em vez de lutar e vencer...
Solto-me da inércia
Que controla o meu corpo
E enfrento cada batalha
No fio da navalha
Sabendo que o futuro
Poderá ser decidido
Entre enfrentar as dificuldades
Ou ser um furagido
Aprisionado no seu proprio corpo
Sem nada poder fazer.
15 de outubro de 2015
Epifania
Agarro em palavras
Para escrever poemas,
Pensando em que temas
Poderei escrever...
Vou ficando bloqueado,
Sem saber o que dizer
Sinto-me desapontado
Por não o conseguir fazer...
Mas paro e reconheço
O quando estou errado,
Não são as palavras que escrevem
Quando estou inspirado.
São sentimentos vividos
Sensações experimentadas
Que têm de ser convertidos
Para serem partilhadas...
Escolhi a poesia
Para o conseguir fazer
E as palavras são um meio
Para o que tenho a dizer.
Não é fiel ao que sinto
Mas tento ao máximo descrever
Todas as coisas que me dão forma
E me fazem viver.
Para escrever poemas,
Pensando em que temas
Poderei escrever...
Vou ficando bloqueado,
Sem saber o que dizer
Sinto-me desapontado
Por não o conseguir fazer...
Mas paro e reconheço
O quando estou errado,
Não são as palavras que escrevem
Quando estou inspirado.
São sentimentos vividos
Sensações experimentadas
Que têm de ser convertidos
Para serem partilhadas...
Escolhi a poesia
Para o conseguir fazer
E as palavras são um meio
Para o que tenho a dizer.
Não é fiel ao que sinto
Mas tento ao máximo descrever
Todas as coisas que me dão forma
E me fazem viver.
Vazio da Mente
Encaro a folha vazia,
Tremo, sem me aperceber
Pois a escrita que tive um dia
Parece desaparecer...
Fico parado, quieto,
Tentando um tema arranjar,
Não sei nada concreto
Mais uma folha para rasgar...
Rabisco uma e outra frase
Qualquer coisa sem sentido
Continuo neste impasse,
Em busca de um poema perdido.
Concentro-me no vazio
Para focar a atenção,
Mas deve estar frio
Pois congelou minha inspiração.
Sou um vazio da mente
Sem nada para escrever.
Um poeta sem semente
Para o poema florescer.
Mas logo me recordo
Que a escrita vem de coração,
E assim acordo
Com vários poemas escritos na mão.
Tremo, sem me aperceber
Pois a escrita que tive um dia
Parece desaparecer...
Fico parado, quieto,
Tentando um tema arranjar,
Não sei nada concreto
Mais uma folha para rasgar...
Rabisco uma e outra frase
Qualquer coisa sem sentido
Continuo neste impasse,
Em busca de um poema perdido.
Concentro-me no vazio
Para focar a atenção,
Mas deve estar frio
Pois congelou minha inspiração.
Sou um vazio da mente
Sem nada para escrever.
Um poeta sem semente
Para o poema florescer.
Mas logo me recordo
Que a escrita vem de coração,
E assim acordo
Com vários poemas escritos na mão.
13 de outubro de 2015
Percorre...
Percorre o meu ser
Com o teu toque,
Deixa que o prazer te sufoque
E solte a chama inibida
De uma paixão esquecida
Que se deixou morrer...
Percorre o meu corpo
Com cada beijo,
Desperta este desejo
Que guardo no interior.
Solta este amor
Que por ti tenho guardado,
Faz este corpo ser desejado
Faz-me ser o teu porto...
Percorre cada recanto
Satisfaz minhas loucuras,
Faz-me viver as aventuras
Que tenho no pensamento
Transforma-as num momento
Que possa recordar
E voltar a experienciar
Sozinho no meu canto.
Percorre...
Não deixes nada por descobrir!
Faz-me apenas sentir
Que pertences a mim
E desejar no fim
Que este momento seja eterno.
Se o pensamento for efémero,
Ficará gravado na alma,
Que este fogo não acalma
Até que esta morra...
Com o teu toque,
Deixa que o prazer te sufoque
E solte a chama inibida
De uma paixão esquecida
Que se deixou morrer...
Percorre o meu corpo
Com cada beijo,
Desperta este desejo
Que guardo no interior.
Solta este amor
Que por ti tenho guardado,
Faz este corpo ser desejado
Faz-me ser o teu porto...
Percorre cada recanto
Satisfaz minhas loucuras,
Faz-me viver as aventuras
Que tenho no pensamento
Transforma-as num momento
Que possa recordar
E voltar a experienciar
Sozinho no meu canto.
Percorre...
Não deixes nada por descobrir!
Faz-me apenas sentir
Que pertences a mim
E desejar no fim
Que este momento seja eterno.
Se o pensamento for efémero,
Ficará gravado na alma,
Que este fogo não acalma
Até que esta morra...
4 de outubro de 2015
Labirinto!
Sinto-me perdido!
Procuro uma saída,
Corro em várias direções
Mas só encontro ruelas
Sem nenhumas soluções.
Tento desesperado
Encontrar um caminho
Que me permita sair
Desta confusão onde me meti
Deste presente sem ti
Sem amor e carinho.
Viro para um lado
Novo caminho sem saída
Volto para o outro
E vejo a minha vida
Numa encruzilhada sem resolução
Onde cada movimentação
Parece ser antecipada
Criando uma barreira
Que não pode ser ultrapassada...
Subo bem alto,
Para o muro que me prende
E algo me surpreende
Por perceber
Que me estou a perder
Num Labirinto da minha mente
Que não existe sequer.
2 de outubro de 2015
Desejo Negro
Deixas-me louco!
Por ti esqueço do que prometi
Do que quero para mim,
De onde quero chegar,
Ficando apenas cego,
Para te ter
E te poder tocar,
Saborear o teu prazer
Que me faz perder o controlo.
Deixas-me ansioso!
Por sentir o teu toque
O teu sabor intenso,
Que me faz viajar
Por um mundo de sensações
Apagando um desejo
Guardado dentro de mim
Que graças a ti
Chegou ao fim...
Abuso da tua companhia
Mato essa vontade
Dissipando a ansiedade
De te ter novamente
Mas após te largar,
Não consigo evitar
Que na minha mente
Já te esteja a desejar...
Quero manter-te longe...
Quero manter-te por perto
Mas neste momento incerto
Apenas consigo dizer
Que és a minha tentação
És quem me leva ao desespero
Por ti acelera meu coração
Meu pecado... Chocolate Negro!
Por ti esqueço do que prometi
Do que quero para mim,
De onde quero chegar,
Ficando apenas cego,
Para te ter
E te poder tocar,
Saborear o teu prazer
Que me faz perder o controlo.
Deixas-me ansioso!
Por sentir o teu toque
O teu sabor intenso,
Que me faz viajar
Por um mundo de sensações
Apagando um desejo
Guardado dentro de mim
Que graças a ti
Chegou ao fim...
Abuso da tua companhia
Mato essa vontade
Dissipando a ansiedade
De te ter novamente
Mas após te largar,
Não consigo evitar
Que na minha mente
Já te esteja a desejar...
Quero manter-te longe...
Quero manter-te por perto
Mas neste momento incerto
Apenas consigo dizer
Que és a minha tentação
És quem me leva ao desespero
Por ti acelera meu coração
Meu pecado... Chocolate Negro!
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